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A origem dos perfumes

Alcoóis e cetonas constituem uma das principais famílias olfativas empregadas na confecção de perfumes. Veja a seguir alguns exemplos de substâncias naturais utilizadas na obtenção de essências.

 
fórmula molecular

- nome oficial: Civetona
- grupo orgânico: cetonas
- origem: substância retirada de uma glândula do gato de algália, um felino parecido com o gambá (foto à direita).

 
fórmula molecular

- nome oficial: Linalol
- grupo orgânico: álcool
- origem: essência retirada da flor de lavanda.

 
fórmula molecular

- nome oficial: Carvona
- grupo orgânico: cetonas
- origem: essência retirada da menta.

 
fórmula molecular

- nome oficial: cis-jasmona
- grupo orgânico: cetonas
- origem: essência retirada da flor de jasmim.

 
fórmula molecular

- nome oficial: Geraniol
- grupo orgânico: álcool
- origem: essência de rosas

 
fórmula molecular

- nome oficial: citral
- grupo orgânico: aldeído
- origem: essência de limão

A deliciosa química do chocolate

A utilização de chocolate pelos humanos data do período pré-clássico (de 900 AC até 250 DC). Usando a técnica de HPLC (cromatografia líquida de alta resolução, ou, em inglês, High Performance Liquid Chromatography), os cientistas identificaram resíduos de cacau em recipientes de cerâmica maia, utilizados na preparação de alimentos e datados de 600 AC. Numerosas peças de cerâmica e murais maias exibem hieróglifos representando a oferta de chocolate a governantes e deuses. Isto não é surpreendente se considerarmos que a designação latina para cacaueiro, Theobromacacao, significa ‘alimento dos deuses’.

Quando, no século XVI, os conquistadores espanhóis introduziram o chocolate na Europa, a versão doce tornou-se um alimento de luxo em todo o continente. Em 1847, Joseph Storrs Fry comercializou, em Inglaterra, as primeiras barras de chocolate, seguido rapidamente pelos irmãos Cadbury.

Desde então, o chocolate é produzido quotidianamente; no entanto, poucos conhecem a forma como afecta o nosso corpo. A comunicação social dá-nos informação, embora, por vezes, confusa, uma vez que alterna entre uma visão condenadora do chocolate, como trazendo grandes riscos para a saúde, e uma outra visão em que exalta os seus benefícios. Afinal, comer uma pequena dose por dia é bom ou é mau?

O chocolate induz uma sensação de prazer que pode ser explicada pelas suas propriedades físicas. O Professor John Harwood e os seus colegas da Universidade de Cardiff acreditam que o elevado conteúdo de estearatos da manteiga de cacau, um ingrediente essencial do chocolate, é responsável pela forma como se derrete e pela sua estabilidade. A manteiga de cacau contém entre 30% e 37% de estearatos na sua composição lipídica. Como consequência, permanece sólida à temperatura ambiente mas, quando consumida, o seu conteúdo em gordura absorve o calor da boca e derrete à temperatura corporal, produzindo o efeito ‘derrete-se na boca’.

Desde sempre se sugere que o chocolate possua propriedades afrodisíacas: os Aztecas pensavam que dava vigor aos homens e desinibia as mulheres. Na verdade, existe no chocolate um composto químico, designado triptofano, que é usado pelo cérebro para produzir serotonina, um neurotransmissor que induz sensações de prazer. No entanto, a presença do triptofano no chocolate é em pequena quantidade, pelo que a hipótese de o chocolate provocar um aumento da produção de serotonina é ainda controversa.

Chocolates

A feniletilalanina, que promove sentimentos de atracção, excitação, tonturas e apreensão, também foi identificada no chocolate, mas, uma vez mais, a sua baixa concentração pode ser insuficiente para produzir os efeitos tipicamente associados a este composto.

A teobromina – um estimulante fraco encontrado no chocolate – juntamente com outros compostos químicos, tais como a cafeína, pode ser responsável pela sensação muito característica que se verifica ao comer chocolate. Cientistas do Instituto de Neurociências de San Diego sugerem que o chocolate contém substâncias farmacologicamente activas que produzem um efeito tipo marijuana no cérebro, como a anandamida: um neurotransmissor canabinóide. O chocolate contém também N-oleoletanolamina e N-linoleoletanolamina, que inibem a degradação da anandamida, prolongando os seus efeitos. Sendo assim, os elevados níveis do neurotransmissor podem intensificar as propriedades sensoriais do chocolate (textura e odor), essenciais para induzir o desejo.

O elevado conteúdo em gordura da maior parte dos chocolates – o Dairy Milk da Cadbury contém 30 g de gordura por cada 100 g – implica que, em excesso, o chocolate pode contribuir para a obesidade, responsável por uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas e diabetes. No entanto, nem todas as acusações são justas. A relação que se pensa existir entre o chocolate e o acne tem sido intensivamente estudada ao longo das últimas três décadas. Num estudo de 1969 pela Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, 65 voluntários com acne moderado comeram: ou barras de chocolate contendo 10 vezes mais chocolate do que o encontrado nas barras comerciais, ou barras idênticas sem chocolate. Os voluntários que, durante quatro semanas, consumiram as quantidades excessivas, não revelaram um aumento significativo de acne.

Além disso, não se provou que o chocolate contribua para o aparecimento de cáries dentárias. Pelo contrário, a manteiga de cacau reveste os dentes e ajuda a protegê-los, prevenindo a formação da placa bacteriana. Embora o açucar no chocolate contribua para a formação de cáries, não o faz mais do que o açucar presente noutros alimentos açucarados. Por outro lado, ao alterarem o fluxo sanguíneo para o cérebro e libertarem norepinefrina, alguns dos compostos químicos do chocolate podem causar enxaquecas.

Provavelmente, o melhor compromisso será comer com moderação e escolher, preferencialmente, chocolate preto. Não só contém mais cacau e proporcionalmente menos açucar e gordura do que o chocolate de leite, mas também é rico em compostos antioxidantes, chamados flavonóides. De facto, o chocolate preto contém mais flavonóides do que outros alimentos ricos em antioxidantes, como o vinho tinto. Os flavonóides previnem vários tipos de cancro, protegem os vasos sanguíneos, promovem o bem-estar cardíaco e contrariam a hipertensão moderada.

O chocolate de leite pode não oferecer os mesmos benefícios. Num estudo específico, vários pacientes, em dias separados, comeram 100 g de chocolate preto, 100 g de chocolate preto com um copo (200 ml) de leite gordo, ou 200 g de chocolate de leite. Uma hora mais tarde, aqueles que comeram apenas chocolate preto exibiam uma concentração superior de antioxidantes no sangue, sugerindo que o leite presente no chocolate de leite pode interferir com a absorção dos compostos antioxidantes.

A ciência consegue explicar as várias características do chocolate que contribuem para a sua popularidade, mas ainda se discute como ocorrerão os seus efeitos pós-consumo. Embora a sua comercialização como produto para a saúde seja pouco provável, comer, com moderação, as variedades mais escuras pode ser benéfico. Mas uma coisa é certa: tanto do ponto de vista científico quanto sensorial, nada se compara ao chocolate.

Referências

Di Tomaso E, Beltramo M, Piomelli D (1996) Brain cannabinoids in chocolate. Nature 382: 677-678. doi:10.1038/382677a0

Fulton JE Jr, Plewig G, Kligman AM (1969) Effect of chocolate on acne vulgaris. Journal of the American Medical Association 210: 2071-2074

Hurst WJ et al. (2002) Cacao usage by the earliest Maya civilization. Nature 418: 289–290

Serafini M et al. (2003) Plasma antioxidants from chocolate. Nature 424: 1013

Pai da Tabela e da Vodka?

Você sabe quem inventou a bebida Vodka? A Vodka é uma mistura de água e álcool, parece simples misturar esses dois líquidos, mas na verdade a combinação depende das propriedades moleculares dos dois compostos, mais precisamente dos pesos relativos. 

 

A vodka foi uma das primeiras bebidas destiladas a ser descoberta na Rússia, possuía a denominação de aguinha (vodca em Russo). Este destilado era misturado à água e usado como anestésico e desinfetante, até então não existia nenhuma fórmula ideal para a bebida, ou seja, a porcentagem de álcool chegava até a 90%.

 

 

 

É para isso que o conhecimento faz-se importante nestas horas, sendo assim, um cientista, professor da Universidade de São Petersburgo, deu os primeiros passos para a padronização dessa bebida. Este professor é famoso até os dias atuais por suas várias descobertas, entre elas, a organização da Tabela Periódica, estamos falando de Dmitri Ivanovich Mendeleev. 

 

 

Mais conhecido como Mendeleev, este exímio cientista descobriu a fórmula perfeita para a Vodka por volta do ano de 1893, e é usada até os dias atuais. Após realizar vários experimentos - ele passou cerca de um ano e meio misturando água e álcool- Mendeleev chegou à composição ideal para a vodca: 40% de álcool e 60% de água. E já no ano de 1894 a Vodka Russa já seguia por lei a fórmula proposta por ele.

 

 

 

Por estas e outras razões o professor Mendeleev é visto como um grande químico na Rússia e no Mundo, o que pode ser comprovado no Museu da Vodca em Moscou. Entre as façanhas de Mendeleev se encontra um importante trabalho: a organização da Tabela Periódica, ele foi o único cientista que tentava relacionar a massa atômica às propriedades dos elementos. Em 1869 formulou a 1ª Tabela Periódica dos Elementos, e é nela que se baseia a atual.

 

 

 

(Source: mundoeducacao.com.br)

Como agem os xampus e condicionadores em seu cabelo

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Ambos possuem, em sua formulação, moléculas de surfactantes. Os xampus e condicionadores diferem, basicamente, na carga do surfactante: os xampus contém surfactantes aniônicos, enquanto que os condicionadores têm surfactantes catiônicos. Quando o cabelo está sujo, ele contém óleo em excesso e uma série de partículas de poeira e outras sujeiras que aderem à superfície do cabelo. Esta mistura é, geralmente, insolúvel em água - daí a necessidade de um xampu para o banho. O surfactante ajuda a solubilizar as sujeiras, e lava o cabelo.

Um problema surge do fato de que surfactantes aniônicos formam complexos estáveis com polímeros neutros ou proteínas, como é o caso da queratina. O cabelo, após o uso do xampu, fica carregado eletrostaticamente, devido a repulsão entre as moléculas de surfactantes (negativas) “ligadas” à queratina. É aí que entra o condicionador: os surfactantes catiônicos interagem fracamente com polímeros e proteínas neutras, e são capazes de se agregar e arrastar as moléculas de xampu que ainda estão no cabelo. Nos frascos de condicionadores existem, ainda, alguns produtos oleosos, para repor a oleosidade ao cabelo, que foi extraída com o xampu.

O cabelo, após o condicionador, fica menos carregado e, ainda, com mais oleosidade.

Segundo este critério, não existe xampu “2 em 1”, ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser “xampu 2 em 1” são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.

(Source: cienciaquimica.hpg.com.br)

Dioxina

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Dioxina é um nome genérico dado a toda uma família de subprodutos indesejáveis da síntese de herbicidas, desinfetantes e outros. A dioxina mais comum é a tetraclorodibenzeno-p-dioxina, (2, 3, 7, 8 - TCDD), ela faz parte de um grupo de compostos persistentes no meio ambiente e altamente tóxicos. Essa substância é cancerígena, e provém da poluição gerada por indústrias, como por exemplo, é um subproduto da produção de inseticidas clorados.

No ano de 2004, um trágico acontecimento aconteceu com o candidato da oposição à presidência da Ucrânia, Viktor Yushchenko, ele foi envenenado com a dioxina do tipo TCDD, citada acima, que é a mais perigosa. Ele ficou com o rosto deformado como conseqüência do atentado.

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O candidato da opsição à presidência da Ucrânia, Victor Yuschenko, foi envenenado com a dioxina do tipo TCDD, a mais perigosa dessas substâncias cancerígenas, informou Michael zimpfer, o diretor da clínica em Viena onde o político foi tratado. As fotos mostram o Victor Yuschenko antes e depois do envenenamento.

Já a contaminação pela “dioxina”, em pequenas doses, não é facilmente notável porque, em curto espaço de tempo, não gera sintomas. Mas, como são cumulativas no organismo, as intoxicações pela “dioxina” podem provocar doenças fatais, sem marcas e sem qualquer identificação da origem.

A dioxina é hoje considerada a mais violenta substância gerada pelo homem, seu grau de periculosidade ultrapassa até o urânio e o plutônio. Esta substância surge quando moléculas de cloro são submetidas a altas temperaturas, em presença de matéria orgânica, nestas condições algum tipo de dioxina é gerada, visto que a dioxina é membro de uma numerosa família que atinge 200 membros, onde se incluem os furanos, igualmente periculosos.

Entre as conseqüências da inalação da dioxina, o surgimento do câncer pode estar associado, como também o extermínio das defesas orgânicas (doença comparada à AIDS). Se uma mulher em gestação for exposta a estes riscos, seu bebê pode nascer com sérios problemas (ausência de cérebro e nariz).

É preciso tomar muito cuidado com a queima de produtos que contém cloro. Por exemplo, o PVC é inofensivo em si, mas a sua queima gera dioxina, além do que, para esse produto, haverá a liberação de ácido cianídrico que é um poderoso tóxico.


Fonte: Brasil Escola

8 dicas para você amar Química

 

(Crédito: Reprodução)

A química está em todos os lugares no mundo ano nosso redor! Está na comida que comemos, nas roupas, na água, medicamentos, ar, produtos de limpeza, enfim em tudo. A química também é chamada de a “ciência central” por que interliga outras ciências entre si, como a biologia, a física, a geologia e a ciência ambiental.

Confira os melhores motivos para estudar química: Por que estudar química: 1) Ajuda a entender o mundo ao seu redor

A química te ajuda a entender o mundo ao seu redor. Por que as folhas mudam de cor no outono? Por que as plantas são verdes? Como o queijo é produzido? O que há no sabão e como ele é capaz de limpar? Todas essas perguntas podem ser respondidas através da química!

Por que estudar química: 2) Ensina a ler rótulos de produtos

Um entendimento básico de química te ajuda a ler e entender rótulos dos produtos.

Por que estudar química: 3) Ajuda a tomar decisões mais precisas

A química irá ajudá-lo a fazer decisões mais corretas. Por exemplo, se um produto irá funcionar como anunciado ou não. Se você entender como a química funciona, será apto para discernir expectativas coerentes de pura ficção.

Por que estudar química: 4) Você aprende a cozinhar melhor

Química é o coração da culinária. Se você entender as reações químicas que envolvem alimentos assados, como a elevação ou diminuição da acidez ou o toque certo de condimentos, as chances de você se tornar um super chefe só aumentarão!

Por que estudar química: 5) Resolve problemas com rapidez

A química nos ensina coisas muito úteis. Aprender essa ciência irá ajudá-lo a ser objetivo e resolver problemas com rapidez. Além disso, você irá saber lidar com os mais variados produtos, inclusive alguns perigosos mas que encontramos em casa, como os de limpeza.

Por que estudar química: 6) Compreende o cotidiano e o meio ambiente

Você irá entender eventos que nos cercam constantemente, como notícias sobre petróleo, poluição, o meio ambiente, conquistas tecnológicas e até mesmo fenômenos climáticos.

Por que estudar química: 7) Multiplica as oportunidades da sua carreira

Ela abre portas para sua carreira. Há muitas ocupações na área da química, mas mesmo que você esteja procurando por um emprego em outro campo, as habilidades analíticas que você desenvolve com a química são muito úteis. Elas se aplicam para a indústria alimentícia, transportes, artes, tecnologia e mais.

Por que estudar química: 8) Você aprende se divertindo

É divertido! Há muitos projetos interessantes que você pode fazer utilizando materiais que usamos no nosso dia a dia. Projetos de química fazem muito mais do que soltar fumaça ou explodir. Eles podem brilhar no escuro, mudar de cor, produzir bolhas e mudar de estado físico. Você vai se divertir tanto que nem irá perceber o quanto já aprendeu.

Como se formam as estalactites e as estalagmites das cavernas?

O carbonato de cálcio CaCO3 que é insolúvel em água, em meio ácido H2CO3 forma o bicarbonato de cálcio CaHCO3 que é solúvel em água.
A formação das estalactites, que ficam no teto das cavernas, ou das estalagmites, que se elevam do chão das cavernas como consequência dos pingos de água que há milênios caem no mesmo lugar, regenera o carbonato de cálcio. A água no teto ou não chão se evapora, porém o carbonato de cálcio não, originando as estactites e as estalagmites.

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Linus Pauling e a vitamina C

O químico americano Linus Carl Pauling foi um importante cientista e obteve durante sua carreira dois prêmios Nobel.

Em 1954, recebeu o Prêmio Nobel de Química por descobertas na área de ligações químicas. Este trabalho foi muito útil para descrever a estrutura e a forma dos átomos e das complexas moléculas de tecidos vivos.

Em 1962, recebeu o Prêmio Nobel da Paz, por sua luta contra a proliferação de armas atômicas.

A vitamina C foi descoberta em 192 por outro cientista, mas foi Pauling quem descobriu a importância desta vitamina no tratamento da gripe.

Aos 41 anos de idade, descobriu uma doença nos rins, a Doença de Bright. Era considerada uma doença incurável na época. Tratou-se com um médico que indicava maior consumo de vitaminas e sais minerais e pouca ingestão de sal e proteínas.  

Em suas pesquisas, investigava a ação de enzimas e deu-se conta que as vitaminas podiam ter efeitos bioquímicos no organismo. Em 1968, Linus pauling publicou um artigo sobre psiquiatria ortomolecular.  Suas ideias não eram aceitas.

Um outro cientista apresentou a tese de que podia haver cura de doenças a base de altas doses de vitamina C. Assim, Pauling começou a ingerir vários gramas de vitamina C para prevenir resfriados. Estudou muito sobre o assunto: “Vitaminas e resfriado comum”.

   

Laranja e Kiwi: frutas que contêm vitamina C.

Trabalhou com um oncologista para estudar a relação da vitamina C com o câncer. Publicaram muitos artigos juntos. Ainda era muito criticado pelas pesquisas.

Desenvolveu dietas a base de elevadas doses de vitamina C como tratamento complementar contra o cancro. A ideia era usar a vitamina de forma prolongada para prevenir várias doenças.

Fundou um Intituto para continuar as investigações sobre a vitamina C. Estudou, nos seus últimos anos de vida sobre a ação da vitamina em agumas doenças.

Morreu aos 93 anos em 1994.

Desde 1966, Pauling tomava todos os dias 18g de vitamina C e em 1991 quando descobriu um câncer, ele sustentou a tese de que a vitamina C foi quem retardou o aparecimento da doença pelo menos 20 anos. Enquanto isso, todos achavam que ele estava com câncer, justamente porque tomava altas doses de vitamina C.

Ameaça das baterias de celular

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Metais pesados presentes em baterias recarregáveis são tóxicos.

A modernidade trouxe um aumento nos riscos, a cada dia os aparelhos eletrodomésticos ou eletroeletrônicos e seus componentes, inclusive pilhas, baterias, se fazem mais presentes em nossas vidas e juntamente com esses produtos magnetizados estão os metais pesados: mercúrio, chumbo, cádmio, manganês e níquel, que fazem parte da composição de muitos aparelhos modernos.

As baterias recarregáveis representam hoje cerca de 8% do mercado europeu de pilhas e baterias. Dentre elas pode-se destacar a de níquel-cádmio (Ni-Cd) devido à sua grande representatividade: as baterias de celular são de Ni-Cd.

Composição Química das baterias de níquel-cádmio: elas têm um eletrodo (cátodo) de Cd, que se transforma em Cd(OH)2, e outro (ânodo) de NiO(OH), que se transforma em Ni(OH)2. O eletrólito é uma mistura de KOH e Li(OH)2.

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As baterias de telefones celulares não devem ir para o lixo comum, pois quando depositadas em lixões, suas substâncias tóxicas contaminam os lençóis d’água subterrâneos.

O volume global de baterias recarregáveis vem crescendo 15% ao ano. Em geral, os brasileiros trocam de celular a cada 18 meses, embalados pelas novidades de dispositivos sofisticados e pelo incentivo das operadoras, que chegam até a oferecer aparelhos gratuitamente.

O perigo está quando as baterias se estragam e não podem mais ser recarregadas ou reutilizadas, e são então descartadas, não tendo mais função para o consumidor comum. As empresas de telefonia recomendam que o descarte seja feito nas próprias lojas de celulares, que funcionam como pontos de coleta de baterias, esse material é destinado às empresas que promovem a reutilização ou reciclagem.

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