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A origem dos perfumes

Alcoóis e cetonas constituem uma das principais famílias olfativas empregadas na confecção de perfumes. Veja a seguir alguns exemplos de substâncias naturais utilizadas na obtenção de essências.

 
fórmula molecular

- nome oficial: Civetona
- grupo orgânico: cetonas
- origem: substância retirada de uma glândula do gato de algália, um felino parecido com o gambá (foto à direita).

 
fórmula molecular

- nome oficial: Linalol
- grupo orgânico: álcool
- origem: essência retirada da flor de lavanda.

 
fórmula molecular

- nome oficial: Carvona
- grupo orgânico: cetonas
- origem: essência retirada da menta.

 
fórmula molecular

- nome oficial: cis-jasmona
- grupo orgânico: cetonas
- origem: essência retirada da flor de jasmim.

 
fórmula molecular

- nome oficial: Geraniol
- grupo orgânico: álcool
- origem: essência de rosas

 
fórmula molecular

- nome oficial: citral
- grupo orgânico: aldeído
- origem: essência de limão

Como agem os xampus e condicionadores em seu cabelo

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Ambos possuem, em sua formulação, moléculas de surfactantes. Os xampus e condicionadores diferem, basicamente, na carga do surfactante: os xampus contém surfactantes aniônicos, enquanto que os condicionadores têm surfactantes catiônicos. Quando o cabelo está sujo, ele contém óleo em excesso e uma série de partículas de poeira e outras sujeiras que aderem à superfície do cabelo. Esta mistura é, geralmente, insolúvel em água - daí a necessidade de um xampu para o banho. O surfactante ajuda a solubilizar as sujeiras, e lava o cabelo.

Um problema surge do fato de que surfactantes aniônicos formam complexos estáveis com polímeros neutros ou proteínas, como é o caso da queratina. O cabelo, após o uso do xampu, fica carregado eletrostaticamente, devido a repulsão entre as moléculas de surfactantes (negativas) “ligadas” à queratina. É aí que entra o condicionador: os surfactantes catiônicos interagem fracamente com polímeros e proteínas neutras, e são capazes de se agregar e arrastar as moléculas de xampu que ainda estão no cabelo. Nos frascos de condicionadores existem, ainda, alguns produtos oleosos, para repor a oleosidade ao cabelo, que foi extraída com o xampu.

O cabelo, após o condicionador, fica menos carregado e, ainda, com mais oleosidade.

Segundo este critério, não existe xampu “2 em 1”, ou seja, uma formulação capaz de conter tanto um surfactante aniônico como um catiônico. Os produtos encontrados no mercado que se dizem ser “xampu 2 em 1” são, na verdade, xampus com surfactantes neutros ou, ainda, surfactantes aniônicos com compostos oleosos, que minimizam o efeito eletrostático criado pelo xampu normal.

(Source: cienciaquimica.hpg.com.br)

O Fósforo

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Quando criança, eu gastava a maior parte dos palitos de fósforo, tentando acender em algum lugar que não era do lado da caixa de fósforos. Eu queria fazer igual os cowboys e bandidos do velho cinema americano que acendiam um fósforo em qualquer lugar. Isso também acontece muito nos desenhos animados, você já viu?

Os anos passaram e eu finalmente entendi por que eu nunca seria capaz

de repetir o que tenho visto na televisão. A razão é simples: o que existe hoje na nossa casa é chamado fósforo de segurança, que tem o material necessário para a combustão, dividido entre o palito e recipiente.

Além disso, o fósforo não é a cabeça do palito, mas a superfície áspera da caixa, que contém fósforo vermelho (uma das mais seguras maneiras de se usar o fósforo), sulfeto de antimônio (Sb2S3), trióxido de ferro ( Fe2O3) e goma arábica (cola). O palito é o clorato de potássio (KClO3) e não como muitas pessoas pensam que a pólvora. 

Mas então por que colocar esse nome: Palito de Fósforo? Durante muito tempo, o fósforo foi realmente colocado no palito e acendia em qualquer superfície á

spera. Na verdade, este tipo de palito ainda está lá, é tradicionalmente encontrado no Reino Unido.

Descubra como essa história começou…

A descoberta do fósforo
O palito de fósforo foi inventado no século XIX, porém a história do palito que mudou a forma de se fazer fogo se iniciou bem antes, em 1669, com a descoberta do fósforo (elemento químico P).

O alemão Hennig Brand, em suas tentativas de transformar metais em ouro, descobriu acidentalmente o elemento ao estudar amostras de urina. O material que obteve brilhava e, por essa razão, Brand batizou a substância de P

hosphoros, que quer dizer “aquele que traz a luz, que ilumina”.

Em 1680, o britânico cientista Robert Boyle, um dos mentores e fundadores da química atual, observou que uma chama era gerada ao gerar atrito entre um pedaço de papel com fósforo em um pedaço de madeira coberto com enxofre.

Boyle acreditava que o fogo não era provocado apenas pela atrito, mas por algo próprio àquelas substâncias. E estava certo, tinha descoberto o princípio que levaria à invenção do fósforo.

Depois da descoberta, vários aparatos químicos para gerar fogo foram desenvolvidos na Europa. Alguns usavam a descoberta de Boyle, outros, hidrogênio, porém eram todos complicados e arriscados. Em

1805, um químico francês chamado K. Chancel criou um palito coberto de clorato de potássio e açúcar. Mas, como era preciso encharcá-lo em ácido sulfúrico para que queimasse, ele não fez muita fama.

Em 1827, o farmacêutico inglês John Walker descobriu que se combinasse, na ponta de um palito, sulfeto de antimônio, clorato de potássio, cola e amido, ele poderia ser aceso por atrito em qualquer superfície arida. Walker chamou os seus palitos de congreves, numa citação aos foguetes bélicos inventados por William Congreve em 1808.

Apesar do apoio de amigos, Walker decidiu não patentear sua inv

enção, registro que dá direitos exclusivos ao criador, pois desejava que ela fosse um bem público. Por isso, muitas pessoas a replicaram, inclusive Samuel Jones, que começou a vender os palitos com o nome de Lucifers (um dos nomes dados ao diabo).

Embora cheirasse mau e fossem perigosos (eram explosivos e às vezes acendiam sozinhos dentro da própria embalagem), os Lucifers ficaram

mui

to famosos entre fumantes. Para evitar acidentes, os primeiros palitos eram carregados em estojos de metais ou de porcelana. Os mais finos eram feitos de ouro e prata e eram trabalhados como uma jóia.

(Source: vocesabia.net)

Você já ouviu falar da Bioespuma?

Ela é um composto biodegradável que foi elaborado para substituir o isopor.
A obtenção da Bioespuma é feita a partir do óleo de mamona. O processo consiste em uma síntese que envolve reações químicas entre o óleo de mamona e amido, reações que são denominadas de esterificações. Veja o esquema de obtenção da Bioespuma e o seu processo de deterioração:

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Observe que os produtos finais do processo de Biodegradação são: água (H2O) + gás carbônico (CO2).

O isopor por sua vez, possui desvantagens por ser derivado do petróleo, que é um recurso não renovável e, além disso, não é biodegradável, o que significa que pode levar anos para se decompor na natureza.

A deterioração da espuma é mais rápida, o tempo estimado é de oito meses a um ano para que desapareça completamente do meio ambiente. A ação da luz e do calor acelera a degradação da Bioespuma, fato este que explica porque no verão a decomposição é mais rápida (mais ou menos três meses).

Além de ser biodegradável, a Bioespuma é segura em caso de incêndios, pois não é tóxica e nem propaga chamas.

gisatoxic:

A História Das Cores

O homem utiliza as cores há mais de 20 mil anos. O primeiro corante a ser conhecido pela humanidade foi o Negro-de-Fumo (Carbon Black). Por volta de 3.000 a.C., foram produzidos alguns corantes inorgânicos sintéticos, como o Azul Egípcio. Sabe-se que os caçadores do Período Glacial pintavam, com fuligem e ocre, as paredes das cavernas reservadas ao culto, criando obras que resistem há milênios. Com o tempo, muitos corantes naturais foram sendo descobertos. O vermelho das capas dos centuriões romanos era obtido de um molusco chamado Murex, um caramujo marinho. Outro corante também muito utilizado era o índigo natural, conhecido desde os egípicios até os bretões, extraído da planta Isatis tinctoria.

O primeiro corante orgânico sintetizado com técnica mais apurada foi o Mauve, obtido em 1856, por William H. Perkin. O cientista trabalhava em seu laboratório caseiro, estudando a oxidação da fenilamina, também conhecida como anilina, com dicromato de potássio (K2Cr2O7). Certa vez, ao fazer a reação entre estes compostos, obteve um resultado surpreendente. Após jogar fora o precipitado, resultante da reação, e lavar os resíduos do frasco com álcool, Perkin admirou-se com o aparecimento de uma bonita coloração avermelhada. Ele repetiu a reação, sob as mesmas circunstâncias, e obteve de novo o corante, ao qual chamou de Púrpura de Tiro e que, posteriormente, passou a ser denominado pelos franceses de Mauve. Imediatamente, Perkin patenteou sua descoberta e, com ajuda financeira do pai e do irmão, montou uma indústria de malva.

Após essa descoberta, houve uma corrida dos químicos para conseguir sintetizar outros corantes. Para dar apoio à sua indústria, Perkin montou um amplo laboratório de pesquisa onde conseguiu sintetizar outros corantes. Pode-se ter uma idéia do impacto que foi a descoberta do corante sintético Mauve, pelo fato de ainda hoje se utilizar o termo “anilina” para designar qualquer substância corante, apesar da anilina em si não ser um corante, mas sim o ponto de partida para a elaboração de corantes.

No fim do século XIX, fabricantes de corantes sintéticos estabeleceram-se na Alemanha, Inglaterra, França e Suíça, suprindo as necessidades das indústrias que, na época, fabricavam tecidos, couro e papel.

Nos anos de 1994 e 1995, as grandes corporações implantaram unidades fabris próprias ou em parcerias com fabricantes locais em diversos países asiáticos, como China, Índia e Indonésia.

Reciclar é bom!


Você sabia que uma tonelada de papel reciclado evita o corte de 15 a 20 árvores, economiza 50% de energia elétrica e 10 mil m3 de água? E que uma tonelada de alumínio reciclado evita a extração de 5 toneladas de minério? Além disso, 100 toneladas de aço reciclado poupam 27 kWh de energia elétrica e 5 árvores usadas como carvão no processamento de minério de ferro, assim como 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de 1 tonelada de petróleo.

Os Benefícios da Água Oxigenada.

A água oxigenada foi desenvolvida na década de 1920 por cientistas, para conter problemas de infecções e gangrena em soldados na frente de batalha.

Numa solução a 3%, é um dos mais potentes desinfetantes que existem.

Isso é pouco divulgado e pode-se entender por quê.
Um produto barato e simples de usar concorre com outros desenvolvidos por laboratórios farmacêuticos e indústrias de desinfectantes domésticos e hospitalares.
Portanto, não tem interesse comercial no seu uso em larga escala.

O que se pode fazer com água oxigenada:

- Uma colher de sobremesa de água oxigenada 10 vol., usada para bochechos e mantido na boca por alguns segundos, mata todos os germes bucais, branqueando os dentes! Cuspir após o bochecho.

- Manter escovas de dentes numa solução de água oxigenada conserva as escovas livres de germes que causam gengivite e outros problemas bucais.

- Um pouco de água oxigenada num pano desinfeta superfí­cies melhor do que qualquer outro produto. Excelente para usar em cozinhas e casas de banho (banheiros).

- Passada nos pés, à noite, evita problemas de frieiras e outros fungos que causam os principais problemas nos pés, inclusive o mau cheiro (chulé).

- Passada em ferimentos (várias vezes ao dia) evita infecções e ajuda na cicatrização. Os casos de gangrena regrediram com o seu uso.

- Numa mistura meio-a-meio com água pura, pode ser pingada no nariz em resfriados (constipações) e sinusites. Esperar alguns instantes e assoar o nariz. Mata os germes e outros microorganismos nocivos.

Algumas das propriedades da água oxigenada aqui listadas eu já comprovei.

A água oxigenada também é útil para remover o tártaro dos dentes: escovam-se os dentes, de vez em quando (há quem o faça todos os dias) com a escova molhada em água oxigenada e o tártaro vai desaparecendo. Eu costumo usar pasta de dentes ou elixir com flúor, depois desta escovagem…

Nota: água oxigenada a 3% (de peróxido de hidrogénio) e água oxigenada a 10 volumes, são nomenclaturas usadas para designar a água oxigenada que se encontra geralmente no mercado, que se compra em farmácias, super-mercados, etc.

(Source: socionatural.blogspot.com)

• A paixão pelos perfumes alcançou seu auge nas cortes francesas do século XVIII, quando Luís XV decretou que para cada dia da semana deveria haver uma fragrância diferente na corte. Madame Pompadour (1721-1764) teria gasto o equivalente a R$250 000,00 em perfumes.

• Arqueólogos que abriram o túmulo do faraó Tutankhamon em 1922 encontraram vasos com um óleo perfumado conhecido como Kiphi. Após 3 300 anos, traços do aroma ainda puderam ser detectados.

• O ano de 1900 representou o auge no comércio do óleo de almíscar (musk), quando cerca de 1 400 kg do óleo foram coletados, causando a morte de 50 mil animais.

• Atualmente, o comércio mundial do óleo de almíscar natural é limitado a 300 kg por ano, o que ainda representa a morte para alguns milhares de veados almisca-
reiros.

• O óleo de jasmim natural custa cerca de R$5 000,00 por quilograma. A mesma quantidade da fragrância artificial chega a custar R$5,00.

• São necessárias cinco toneladas de rosas para se obter um quilograma de óleo essencial.

• É famosa a carta que Napoleão escreveu a Josefina dois meses antes de retornar: “Pare de tomar banho! Estou voltando!”

• O profeta e fundador do islamismo, Maomé, acreditava no poder dos perfumes e, segundo dizem, teria afirmado certa vez: “Três coisas são importantes para mim na Terra: mulheres, perfumes e orações.” Numa outra ocasião, teria dito: “O perfume é o alimento que nutre meus pensamentos.”

• Um quilograma de óleo essencial de jasmim requer para ser obtido cerca de oito milhões de flores.

Ésteres: aroma e sabor artificial em alimentos

Para entender melhor este conteúdo faça um teste rápido. Procure em uma embalagem de alimentos os dizeres: Sabor artificial de … ou aroma artificial de …Confira também os ingredientes do produto, com certeza haverá na composição algum Éster.

Os ésteres são compostos que apresentam o seguinte grupo funcional:

        O 
       ║
R ─ C ─ O ─ R’

Desde que as Indústrias alimentícias começaram a fabricar produtos com sabor e aroma artificiais os Ésteres já estavam presente.
Os ésteres constituem aditivos de alimentos que conferem sabor e aroma artificiais aos produtos industrializados. Você vai conhecer agora os ésteres que imitam o sabor de frutas em sucos, chicletes e balas.

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Butanoato de etila: éster responsável pelo aroma de abacaxi em refrescos artificiais.

Já ouviu falar do famoso suco de groselha? O aroma que caracteriza esta bebida provém de um éster.
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O composto Metanoato de etila confere o aroma artificial de groselha.


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Estrutura linear do éster Etanoato de butila, éster que dá o sabor de maçã verde a chicletes e balas.

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Acetato de pentila é componente da essência de banana, proporciona aroma artificial característico desta fruta.


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Antranilato de metila: flavorizante que dá sabor artificial de uva nos refrescos, confira sua estrutura:

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Acetato de propila, quando presente em gomas de mascar, confere o sabor artificial de pera.

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